Legalmente Negra

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Summer Beats – Eu fui!!!

Andréa, Eu, Aline e Deivid

              Leve, foi assim que me sentir ao sair do Playcenter, no último dia 6, onde aconteceu o Summer Beats 2011. Apesar do sol escaldante. Como disse a minha irmã Aline: “Tinha um sol para cada um”. Mas discordo: Eu acho que tinha uns 3 sóis só para mim. Torrei a cuca embaixo do sol durante praticamente 9 horas, mas ainda assim saí de lá leve e renovada.

            Muitos vão desdenhar, outros vão dar risada, mas é uma coisa particular, uma coisa de fé. Uma fé que tenho e sigo, desde que nasci. Então, talvez poucos entendam o que escrevo agora, ou talvez muitos que compartilham da mesma fé entendam o quanto foi maravilhoso participar dessa festa abençoada.

            Lotado de jovens de todas as partes do Brasil e com a apresentação de ótimas bandas. Uma paz enorme e a total presença do Espírito Santo.

            Gritos, músicas na ponta da língua. A galera cantando em coro. Suor demais e água, água, água….

            Cheguei no meio da missa. Mas peguei o primeiro show com a banda Caminho Seguro. Não conhecia, mas gostei, som leve, porém achei os artista meio tímidos no palco.

            Em seguida a minha maior surpresa no Summer Beats, banda Arkanjos. Sensacional. Versátil e totalmente animada. Fizeram-me cantar, mesmo eu não conhecendo nenhuma das músicas. Amei.

            Depois da surpresa, uma das minhas preferidas: Ceremonya!!! Heavy Metal dos bons, e letras lindas demais. Tiraram todo mundo do chão, e minha irmã ganhou o direito de assistir o show de cima do palco (que inveja rsrsrs). Mas um show curtíssimo, eu queria mais.

            A cantora Adriana foi a próxima a subir no palco. Músicas maravilhosas, as quais todos nós sabemos as letras e cantamos juntinhos com ela. Gosto da Adriana, mas gosto mais ainda da banda e os backing vocals dela.

            Em seguida subiu ao palco Estação 12, não conhecia também, mas até que gostei.

            E então, The Flanders, um dos maiores motivos de eu estar presente nessa festa. Animação e letras irreverentes para louvar e rir muito. E cantar em coro e a capela como cantamos Santo Anjo junto com Tchelão!

            Aí, aí, aí, Oficina G3, meuuuuuuuuuuuu Deussssssssssssss!!! Showzaçooooooooo!!! Amo essa banda!

            E o sol torrando a cuca, à espera de Rosa de Saron, que demorou um tempão para montar os equipamentos e organizar o som. Mas valeu à pena? Ahhhhhhhhhhh, vou dizer o que? Superaram todos os atrasados.

            Quando de repente, chegou o meu momento: Grupo adoração e vida! O outro motivo de eu estar ali. Louvor e adoração e paz e amor e música e lágrimas! Lindo demais. Walmir Alencar no palco é sempre sinônimo de coisa boa.

            Foi o último show que vi. Ia rolar ainda Via 33 e ElectroCristo, quando fomos embora (Eu, Deivid, Andréa e Aline), por volta das 18h30.

            Assisti todos os shows no mesmo lugar desde às 9h30, coladinha na grade e derretida de sol.

Mas foi lindo, um dia total de louvor a Deus. Amooooooooooooo!!!

            As fotos estarão em breve no meu facebook e Orkut.


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Cisne Negro – Minhas impressões

Fui ontem à estréia do Cisne Negro. Tão falado, que me deu vontade de conferir. Não digo que seja um filme ruim, mas também não superou minhas expectativas.

Com um roteiro bom, mas não sensacional, o filme conta a história de Nina (Natalie Portman), uma bailarina profissional que consegue o papel principal de uma cia de ballet de Nova Iorque, para uma nova versão do ballet ‘O Lago dos Cisnes’, de Tchaikovsky. Na tal versão, a bailarina terá que ser capaz de interpretar Odete e Odile, o Cisne Branco e o Negro.

Nina, que é uma mocinha pura, recatada e perfeccionista, tem encarnar o bem e o mal, por isso deve soltar algumas amarras de sua personalidade para interpretar o  Cisne Negro, sendo imensamente pressionada por seu diretor Thomas Leroy (Vincent Cassel). Desesperada em alcançar seus objetivos, Nina se envolve em um mundo de alucinações, no qual enxerga uma perseguição por parte de suas colegas.

É muito interessante a forma como ele trabalhou os sonhos e as alucinações de Nina, consegue nos prender e faz com que enlouqueçamos junto com a personagem, pois nós mesmo não sabemos mais o que é alucinação e o que é realidade, até que ele conte (risos), porque ele sempre conta.

Como sempre viceral, Darren Aronofsky (diretor dos maravilhosos “Réquiem para um Sonho” e “O lutador”),  corre o risco de pecar em excessos e foi o que aconteceu. Na tentativa de criar um terror psicológico, o diretor atirou para todos os lados e exagerou nos recursos, planos fechadíssimos e o excessivo “plano nuca de Natalie Portman”, câmera na mão balançando, trilha e joguinhos de suspense e tudo ao mesmo tempo e de forma tão repetitiva, além de bater mais de mil vezes em duas horas de filme, na tecla de que tudo se resolve se formos sexualmente bem resolvidos. Se a intenção dele era criar aflição e incomodo, criou, através do exagero.

Senti excesso também na direção de atores, achei que ele exigiu em interpretação alguns tons a mais que o filme e os personagens precisavam e a atriz principal só conseguiu segurar sem ficar ruim porque ela era simplesmente a Natalie Portman. Se fosse uma atriz média, poderia ter soado muito falso.

Algumas  pedras no caminho, mas um filme visualmente muito belo, irritante, mas não cansativo.

Bom, mas vale pela Natalie Portman (Não sei se vale o Oscar) e vale também e muito pelo Vicent Cassel, maravilhoso! O filme ainda conta com Mila Kunis e Winona Ryder.

Agora podem descer o cacete em mim, pois a crítica falou maravilhas desse filme.