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Elaine Paiva Fotobook

Fotos: Aline Elen Paiva

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Estréia do curta-metragem Lacônica!

Esse foi osso! Mas nasceu. Em meio a todos o impedimentos possíveis ele está aí. É hoje, o nosso Lacônica estará no ar!!!

Elenco

Luci Savassa

Thaís Ienaga

Tales Jaloretto

Fabrícia Neres

Sabrina Motta

Ivy Mari

Maria Margarida Amorim

Andréia Justino Do Nascimento

Caroline D’Ávila

Direção

João Marcelo Estrada

Assistentes de direção

1º Assistente: Elaine Paiva

2º Assistente/continuista: Carlo Pereira

Roteiro

André Brazinéis

Direção de Fotografia

Thiago Flausino

Assistentes de Fotografia
1º Assistente: Bruno Reinoldes
2º Assistente: Alexandre D’Lou

3º Assistente: Caroline D’Ávila

Elétrica

Alexandre D’Lou

Rubens Nê Viana

Assistente de elétrica

Caroline D’Ávila

Direção de Produção

Juliana Robim

Assistentes de Produção

Elaine Paiva

Fabrícia Neres

Luciana Meneghetti

Alexandra Del Arco

Evaristo África

Isabela Monteiro Kayo
Maria Margarida Amorim

Caroline D’Ávila

Direção de Arte

Elaine Paiva

Assistentes de Arte

Fabrícia Neres

Aline Elen Paiva

Juliana Robim

Alexandra Del Arco

Luciana Meneghetti

Cristiane Amorim

Cabelo e Maquiagem

Elaine Paiva

Fabrícia Neres

Juliana Robim

Figurino

Elaine Paiva

Aline Elen Paiva

Fabrícia Neres

Maquiagem de efeitos

Elaine Paiva

Fabrícia Neres

Alexandra Del Arco

Maquiagem Protética
André Brazinéis

Som

André Brazinéis

Montagem
André Brazinéis
Thiago Flausino

Still
Thiago Flausino
Michel Igielka

Making of
Alexandre D’Lou
Michel Igielka
Isabela Monteiro Kayo


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Estréia do Curta-Metragem Ageusia

É hoje! Estou feliz demais em ver pronto o trabalho de quase um ano. De ver que cada um do grupo fez a sua parte e hoje se sente feliz com ela e em ter colaborado muito com a parte dos outros. Parabéns Beto Perocini, Juliana Robim, Maria Margarida Amorim, Jorge Pezzolo, João Marcelo Estrada, Yugo Hattori, Rodrigo Cabral e eu Elaine Paiva.

Adorei ter feito a arte do filme espero que todos curtam. E vamos lotar o Sesc Santo André, porque a estréia é hoje.

Figurino, Cabelo, Maquiagem, Cenário e Objetos by Elaine Paiva.
Assistentes de arte: Aline Elen Paiva, Juliana Robim, João Marcelo Estrada
Data de Lançamento Agosto/2011
Gênero Ficção/Drama
Sobre Relações e Paladares
Descrição SE VOCÊ PERDE-SE O PALADAR, DE QUE SABOR MAIS SENTIRIA FALTA?
Resumo da trama Glória é chefe de cozinha e sócia de um restaurante, exigente e dedicada ao trabalho acaba passando por um trauma que lhe provoca a ausência de paladar e do olfato. Em meio a um turbilhão de sensações, fracasso e dúvidas, opta por ocultar o fato, cada vez mais atormentada ela ultrapassará seus limites para redescobrir o gosto pela vida.

Elenco
Roberta Marcolin
Thaís Póvoa
Danielle Rosa
Tales Jaloretto
André Orbacam
Zhô Bertolini
Italina Prozzo Ranulf
Gustavo Gomes Lira

Direção
Maria Margarida Amorim
Jorge Pezzolo

Roteiro
João Marcelo Estrada

Direção de fotografia e Câmera
Beto Perocini

Eletricista
Beto Perocini

Assistente de Fotografia
Rodrigo Cabral

Direção de Produção
Juliana Robim

Assistentes de Produção
Elaine Paiva
Luciana Meneghetti

Direção de Arte
Elaine Paiva

Assistentes de Arte
João Marcelo Estrada
Aline Elen Paiva
Juliana Robim
Cristiane Amorim

Cabelo e Maquiagem
Elaine Paiva
Juliana Robim

Figurino
Elaine Paiva
Aline Elen Paiva
João Marcelo Estrada

Maquiagem de efeitos
Elaine Paiva
João Marcelo Estrada

Diretor de Som
Yugo Hattori

Som Direto
Maria Kauffman
Raquel Vieira
Valter Ribeiro Junior
Yugo Hattori

Edição e Mixagem de Som
Maria Kauffman
Raquel Vieira
Yugo Hattori

Trilha sonora
Krias de Kafka
We Say Go

Montagem
Beto Perocini
Rodrigo Cabral

Finalização
Beto Perocini
Yugo Hattori


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O vencedor! – O protagonista que virou coadjuvante

A cerimônia do Oscar já passou, porém ainda me falta prestigiar alguns dos filmes que foram premiados.

Hoje foi a vez de “O vencedor”, que deu a estatueta de melhor atriz coadjuvante para Melissa Leo e de melhor ator coadjuvante para Christian Bale.

Ao término do filme, eu estava muito emocionada com a história e também com a esplendida atuação de Bale. Uma coisa muito boa de assistir e não tive a menor dúvida de que a disputada estatueta estava em mãos mais do que certas. Eu pensei: Como eu queria ter visto o filme antes, porque eu teria torcido muito no dia da premiação e ficado muito, muito, muito feliz por Christian Bale ter sido o vencedor, (sem trocadilhos, é claro).

Mas ao mesmo tempo em que a satisfação e a emoção pós-contemplação da obra tomava conta de mim, uma pulga se alojava atrás da minha orelha e me perguntava o tempo todo: Por que diabos o Christian Bale concorreu ao Oscar como ator coadjuvante?

Bom, bora lá explicar:

Baseado e fatos reais, o filme conta a história de Micky Ward (Mark Wahlberg), que tem de superar não apenas os obstáculos do ringue, mas a presença poderosa de seu irmão Dicky Ecklund (Christian Bale), um ex-pugilista fracassado e viciado em crack e de sua mãe dominadora (Melissa Leo). Ele vai encontrar forças para superar os obstáculos iniciais no relacionamento com a namorada (Amy Adams).

Ou ainda: O filme conta a história de Dicky Ecklund, um ex-pugilista superprotegido pela mãe, viciado em crack, que vive das lembranças de suas glórias do passado e atua como treinador de seu irmão e grande fã, o jovem pugilista Micky Ward. Não conseguindo controlar o vício, Dicky começa a prejudicar o irmão em suas lutas e após ser preso em um assalto perde totalmente a confiança de Micky e também o posto de treinador. Seus grandes desafios serão vencer o vício das drogas e provar ao irmão que pode torná-lo um vencedor.

Além da primorosa atuação de Bale, que cobre “um pouquinho” a de Wahlberg, o filme o tempo todo confunde, sobre quem realmente é o protagonista. Desde a apresentação dos personagens, quando no início do filme, Bale (coadjuvante) aparece primeiro contando sua história e apresentando Wahlberg (o protagonista) como “o meu irmão”.

Detalhes a mais, conflitos maiores que o roteiro trouxe para Christian Bale, que claro ressaltaram as características e deram mais riqueza para seu personagem, além da forma como a direção ressaltou isso, às vezes deixando Wahlberg de fundo, também são coisas que se não deixaram  maior, pelo menos deixaram a historia de Dicky pau a pau com a história de Micky.

Exemplos: 1- O filme começa apresentando Dicky (Bale) que grava um documentario sobre sua vida. Enquanto conta sua história, ele apresenta o irmão, Micky (Wahlberg), que segundo ele, terá um futuro promissor no boxe. Embora, se refira muito ao irmão e Wahlberg dê seus pitacos e tem algumas falas, essa abertura está muito mais voltada para a história de Dicky.

 2 -Micky diz à filha que ganhará a luta para comprar uma casa para eles. Ele perde a luta e o diretor não mostra depois, como ficou essa questão de não poder dar a filha o que havia prometido e de não ser um vencedor na visão dela, mostra apenas uma cena de um conflito interno dele com ele mesmo. Dicky grava um documentário sobre sua volta aos ringues e como foi sua vida com a droga. A emissora de TV ressalta o lado perdedor do pugilista e o mostra no documentário fumando Crack. O diretor mostra durante essa cena, a reação da mãe, do pai e das irmãs, a reação dos colegas de cela de Dicky (que está preso), a reação do filho, a reação da sobrinha (a filha de Micky), a reação da namorada de Micky, e a reação do próprio Micky. 

3 – Depois de perder a luta e ver o seu irmão e ídolo ser preso, Micky arruma um novo treinador e treina excessivamente para voltar a forma e aos ringues como campeão. Enquanto isso, na cadeia, Dicky sofre com a abstinência do crack, supera a falta da droga  e começar a treinar excessivamente para voltar a forma e reconquistar a adimiração dos fãs e da família.

O tempo todo, direção e roteiro, se não ressaltam, trabalham de forma paralela a história de Dicky Ecklund com a do irmão, o que torna Bale muito mais que coadjuvante.

Então eu poderia dizer que: “O filme conta a história de dois irmãos…”

Concordo com a premiação de Christian Bale, mesmo porque eu acho que essa foi a melhor atuação dele, mas jamais concordarei que ele foi coadjuvante neste filme.


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Summer Beats – Eu fui!!!

Andréa, Eu, Aline e Deivid

              Leve, foi assim que me sentir ao sair do Playcenter, no último dia 6, onde aconteceu o Summer Beats 2011. Apesar do sol escaldante. Como disse a minha irmã Aline: “Tinha um sol para cada um”. Mas discordo: Eu acho que tinha uns 3 sóis só para mim. Torrei a cuca embaixo do sol durante praticamente 9 horas, mas ainda assim saí de lá leve e renovada.

            Muitos vão desdenhar, outros vão dar risada, mas é uma coisa particular, uma coisa de fé. Uma fé que tenho e sigo, desde que nasci. Então, talvez poucos entendam o que escrevo agora, ou talvez muitos que compartilham da mesma fé entendam o quanto foi maravilhoso participar dessa festa abençoada.

            Lotado de jovens de todas as partes do Brasil e com a apresentação de ótimas bandas. Uma paz enorme e a total presença do Espírito Santo.

            Gritos, músicas na ponta da língua. A galera cantando em coro. Suor demais e água, água, água….

            Cheguei no meio da missa. Mas peguei o primeiro show com a banda Caminho Seguro. Não conhecia, mas gostei, som leve, porém achei os artista meio tímidos no palco.

            Em seguida a minha maior surpresa no Summer Beats, banda Arkanjos. Sensacional. Versátil e totalmente animada. Fizeram-me cantar, mesmo eu não conhecendo nenhuma das músicas. Amei.

            Depois da surpresa, uma das minhas preferidas: Ceremonya!!! Heavy Metal dos bons, e letras lindas demais. Tiraram todo mundo do chão, e minha irmã ganhou o direito de assistir o show de cima do palco (que inveja rsrsrs). Mas um show curtíssimo, eu queria mais.

            A cantora Adriana foi a próxima a subir no palco. Músicas maravilhosas, as quais todos nós sabemos as letras e cantamos juntinhos com ela. Gosto da Adriana, mas gosto mais ainda da banda e os backing vocals dela.

            Em seguida subiu ao palco Estação 12, não conhecia também, mas até que gostei.

            E então, The Flanders, um dos maiores motivos de eu estar presente nessa festa. Animação e letras irreverentes para louvar e rir muito. E cantar em coro e a capela como cantamos Santo Anjo junto com Tchelão!

            Aí, aí, aí, Oficina G3, meuuuuuuuuuuuu Deussssssssssssss!!! Showzaçooooooooo!!! Amo essa banda!

            E o sol torrando a cuca, à espera de Rosa de Saron, que demorou um tempão para montar os equipamentos e organizar o som. Mas valeu à pena? Ahhhhhhhhhhh, vou dizer o que? Superaram todos os atrasados.

            Quando de repente, chegou o meu momento: Grupo adoração e vida! O outro motivo de eu estar ali. Louvor e adoração e paz e amor e música e lágrimas! Lindo demais. Walmir Alencar no palco é sempre sinônimo de coisa boa.

            Foi o último show que vi. Ia rolar ainda Via 33 e ElectroCristo, quando fomos embora (Eu, Deivid, Andréa e Aline), por volta das 18h30.

            Assisti todos os shows no mesmo lugar desde às 9h30, coladinha na grade e derretida de sol.

Mas foi lindo, um dia total de louvor a Deus. Amooooooooooooo!!!

            As fotos estarão em breve no meu facebook e Orkut.


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Além da Vida

Diretor Clint Eastwood conversa com Frankie / George McLaren no set durante as filmagens (Foto por Jay Maidment)

Ontem fui assistir ao filme “Além da Vida” e, meu Deus, o que posso dizer do mestre Clint Eastwood? Não que ele tenha me surpreendido, pois sempre espero muito do Clint, na verdade ele me emociona ao mostrar que aos seus 81 anos ainda tem tanta firmeza como diretor e mais do que isso, tem a sensibilidade e a sutileza que só uma pessoa com muita vivência pode ter.

Ao sair da sala de cinema, estava desidratada de tanto chorar, mas não só pela beleza da história, mas sim pela forma como ela foi contada.

Bom explicando: O filme conta a história de três pessoas que são tocadas pela morte de maneiras diferentes. Elas são: George (Matt Damon), que é um americano que desde pequeno consegue manter contato com pessoas que já morreram, mas que foge de seu dom para tentar ter uma vida normal; Marie (Cécile De France) uma jornalista, francesa, que sobreviveu a um tsunami, após ter uma experiência de quase morte. E o inglês Marcus (Frankie McLaren/George McLaren), um menino que perde o irmão gêmeo em um acidente e busca respostas para o acontecimento. Três vidas separadas, mas que em um dado momento irão se cruzar.

Poderia ser apenas mais um filme sobre vida após a morte, mas isso se não tivesse sido dirigido pelo mestre Eastwtood. O diferencial do filme é que ele trabalha superficialmente o mundo sobrenatural e totalmente o mundo de quem fica e não aceita a dor da morte, a solidão e a perda. Clint aborda também o preconceito e as perdas sofridas por quem defende suas crenças e a vitória dos que lutam por ela. A quebra e a superação de obstáculos (aliás, ele é mestre nisso).

Agora, onde está o X da questão? Além da vida, apesar de todo o seu contexto espírita, ultrapassa o limite das religiões, das crenças e também do ceticismo, pois  Clint Eastwood conta a história do ponto de vida humano. O que derruba desde os ateus até os mais religiosos (como eu).

Mas não há mérito somente na direção. Neste filme, também eu pude confirmar a importância de uma seleção de casting bem feita. E ali pude ver atores certos para os papéis certos, e claro que muito bem dirigidos. Devo ressaltar as atuações dos gêmeos Frankie McLaren e George McLaren, que foram as que mais me arrancaram lágrimas, tamanha a proximidade e a identificação que o filme traz para o espectador. A trama ainda contou com a brilhante participação de Bryce Dallas Howard (A Vila).

Roteiro redondinho de Peter Morgan (com uma estrutura que me lembrou Guillermo Arriaga e Alejandro González Iñárritu), fotografia de Tom Stern, que não deixou de ser um outro personagem ali contracenado com os atores em parceria com a arte (equipe grande), tudo isso complementado com a trilha sonora do próprio Clint Eastwood.

E lágrimas, contemplação, coração apertado e muita reflexão, além das religiões, além das crenças, além do amor, além da vida.


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São Paulo, 457 Anos!!! – Está é a minha cidade!!!

Eu e minhas queridas amigas, curtindo um dia muiiiiiiiito paulistano!

 

Não penso numa vida em outro lugar, que não seja aqui, na minha cidade: São Paulo. Nasci aqui há quase 31 anos e esse é um relacionamento de grande paixão. Um verdadeiro relacionamento.

Às vezes me estressa por não ter tempo para mim, ou por abrigar tanta gente e não me dar tanta atenção, ou ainda por andar correndo na minha frente. E me faz fugir para outro lugar, por me negar um banho de mar, ou por me negar uma tranquilidade ao passear pelas ruas.

 Mas que sempre me faz voltar, porque seus encantos se sobressaem aos seus defeitos. Com toda sua população individualista e apressada. Com os seus trens, metrôs e ônibus lotados. Com sua garoa fininhaaaaa que gela a alma. Mas também com suas lindas noites, seus dias imprevisíveis (saia de shortinhos, mas leve blusa de frio e guarda-chuvas), adorooooooo só São Paulo mesmo.

A famosa cidade do progresso. Todos querem vir para São Paulo. E esse é um lugar do qual não quero sair. Tudo o que amo está aqui. Como alguém já disse. São Paulo, posso até gostar de alguém, mas é você que eu amo! Brega né? Mas está valendo. Parabéns minha linda cidade por seus 457 anos!

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