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18/02/2008 – O novo Edward Mãos de Tesoura

Chegou ao cinema em fevereiro, o filme  Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet.  Dirigido por Tim Burton, o mesmo diretor de Edward Mãos de Tesoura, o musical não traz em sua composição somente semelhanças como o mesmo diretor e o protagonista Johnny Deep, mas também algumas características como o visual do ator e suas “mãos cortantes”, dessa vez utilizando navalhas ao invés de tesouras.

O filme é uma adaptação de um espetáculo da Broadway, de mesmo nome e conta a história de Benjamin Barker (Johnny Deep), um famoso barbeiro de Londres, que tinha uma pequena filha e um casamento feliz com uma linda mulher, desejada pelo juiz Turpin. Por este motivo, Turpin condena Barker à prisão perpétua. Quinze anos mais tarde, após fugir e ser ajudado pelo marinheiro Anthony, Barker volta para a decadente capital inglesa, mas desta vez ele se apresenta como Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet. Todd pretende se vingar de todos os seus inimigos e para isso utiliza suas habilidades como barbeiro para atraí-los e matá-los com a ajuda de Mrs. Lovett (Helena Bonham Carter), uma famosa quituteira que se une ao barbeiro usa os restos mortais de suas vítimas para assar tortas que viram a sensação de Londres.

Apesar das cenas fortes e sangrentas, Tim Burton consegue mostrar de forma bela, todas atrocidades de seus personagens, com músicas de humor negro, que muitas vezes assustam mas arrancam alguns risos nervosos dos expectadores, cenário gótico de uma Londres cinzenta e suja realçada pelo tom de vermelho vibrante utilizado para o sangue e um figurino perfeito. O filme foi indicado ao Oscar nas categorias de melhor figurino e melhor direção de arte, além da  justa indicação de melhor ator para Johnny Deep, categoria na qual o ator já concorreu pelo filme Piratas do Caribe.

A trama muito bem trabalhada revela que a parceria Tim Burton e Johnny Deep mais uma vez  é bem sucedida e vale à pena ser apreciada pelos amantes de musicais. E para os que não simpatizam muito com o gênero vai a indicação como uma forma de repensar o assunto.

Elaine Paiva- Jornalista

http://www.fatopaulista.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=202&Itemid=38

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