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09/04/2009 – Ecourbis inaugura viveiro florestal em São Mateus – edição 100

 
Por Elaine Paiva

Foi inaugurado dia 3 último em São Mateus, o Viveiro Florestal Eco-Íris, desenvolvido pela EcoUrbis (empresa que atua nos serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação de resíduos domiciliares e de saúde da área Sudeste da capital de São Paulo) faz parte do escopo de compensações ambientais que a empresa assumiu por conta do Aterro Sanitário Sítio São João.

De acordo com Leonardo Tavares, superintendente da Eco Urbis, o viveiro produz mudas de espécies nativas da Floresta Atlântica do Planalto Paulistano, principalmente as que estão ameaçadas de extinção.  A média de produção é de 50 mil mudas por ano. O viveiro não utiliza nenhum produto químico, trabalha exclusivamente com material orgânico e já conta com 40 variedades de espécies, porém a meta é chegar a 80.

 

 

O diretor operacional da EcoUrbis, Nelson Domingos Pinto jr., explica que as mudas produzidas serão utilizadas na recuperação florestal nas áreas  do  Aterro Sanitário Sítio São João, do aterro Central de Tratamento de Resíduos Sólidos Leste (CLT), que será implantado em breve, e de outros aterros sanitários desativados, como o de Sapopemba, São Mateus e Santo Amaro. Além disso, o projeto deve colaborar na arborização da região de São Mateus e seu entorno. “Nós atuamos na cidade de São Paulo, que valoriza muito essa questão das áreas verdes e tem a necessidade disso. Pretendemos contribuir para isso. Esse é um empreendimento muito prazeroso, porque está ligado à natureza”, diz Nelson.

Para a bióloga Zulmara Salvador, uma das responsáveis pelo projeto, a finalidade mais importante do viveiro, é a educacional. O espaço estará aberto para visitas de instituições, escolas e comunidades da região para que recebam informação sobre todas as etapas da produção de mudas e também sobre a importância da preservação e recuperação ambiental. “Nosso objetivo aqui não é só informar é educar, ensinar. Outros projetos são informativos, o nosso é educativo. Essa é a diferença, nós estamos aqui para discutir com a comunidade para encontrar o melhor caminho”, explica Zulmara.

O nome Eco-Íris foi dado em homenagem à Íris Pollini, personalidade atuante no bairro de São Mateus, falecida em setembro de 2008. Homenagem que, segundo a filha de Íris, Elma Beatriz, foi mais do que merecida. “Nós não tínhamos noção da dimensão do trabalho da minha mãe. Mas ela foi uma pessoa que nunca disse não aos que bateram à nossa porta. Ela foi um grande exemplo para nós”. Conta Elma.

“Esse deveria ser um exemplo para outras empresas que tenham pretensão de âmbito ambiental. Não é difícil montar um viveiro como esse. Para grandes empresas, é algo pequeno, mas que faz uma grande diferença”,  encerrou Leonardo Tavares.

http://www.fatopaulista.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=951&Itemid=36

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