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19/12/2009 – Ballet Coppélia brilha no espetáculo Branca de Neve – edição 116

Por Elaine Paiva

Com a participação dos alunos da Academia Danflex, o show teve 3 horas de duração

 Após um ano de preparação e cinco meses de ensaios, os alunos da Escola de Ballet Coppélia brilharam no espetáculo de encerramento do ano letivo de 2009. “É uma espera de um ano inteiro. Então tem que sair tudo muito perfeito. È um momento único e tão curto para tanto tempo de preparo. Por isso damos importância a pequenos detalhes, para que dê tudo certo”, disse Lilly Mutai, diretora do espetáculo.
 Auxiliadas pelas cores dos belíssimos adereços e figurinos, as coreografias arrancaram aplausos incessantes do público que lotou os 500 lugares do Teatro São Francisco, localizado no Jardim Anália Franco. Um grande espetáculo de ritmo entre som, cenário e iluminação. Tudo preparado para as grandes estrelas da noite: Os alunos. “Agora parece que saiu um peso de 50 quilos das minhas costas. É uma coisa muito gratificante, quando tudo dá certo. É muito bom ver os alunos e os pais contentes”, comentou Lilly Mutai.
            Nesse ano, excepcionalmente, o Ballet Coppélia contou com a participação da Academia Danflex, de São Miguel Paulista. Ao todo, 60 jovens e crianças participaram do espetáculo, que teve 3 horas de duração e foi divido em 2 atos: O primeiro, que contou 13 coreografias (Chorus Line, Jeanny é um Gênio, Dance Dance Dance, Flamenco Sabores, Cats, Praise You, Tango Roxane, Annye, Leva-me, Dança Indiana, Dançando Rock, Street Jam e Chicago) e o segundo com a apresentação principal: o musical Branca de Neve.
            Ao final do espetáculo, emocionada, Lilly Mutai agradeceu aos organizadores, convidados e participantes e falou sobre a emoção de ver seu filho Caio Mutai no palco interpretando o caçador ao lado de sua sobrinha Regina Mutai que interpretou a Branca de Neve. “Eu não sei nem o que dizer. Eu amo ballet e nunca pensei que ele quisesse seguir isso um dia, por conta do preconceito. Ele já tinha feito, aos seis anos. Com o tempo, por causa do preconceito, ele desistiu. Depois ele começou a fazer teatro musical e sentiu a necessidade da dança. È uma emoção inexplicável vê-lo no palco, ainda mais junto com a minha sobrinha que também é minha afilhada. É inexplicável, só sei que é muito bom”, finalizou a diretora.

 

http://www.fatopaulista.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1319&Itemid=38

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